Agora eu vou tocar na maior ferida dos cinéfilos brasileiros...
Será que não existe filme nacional que seja bom?!?! A ser considerado como parte de uma filmografia obrigatória de uma pessoa normal?!?!?
Existe sim!
Apesar de que há algum tempo o Brasil está produzindo ótimos filmes, mas e antes?!?!
Existem pessoas que consideram cinema nacional como filme pornô e sem história.
Segue a relação de filmes nacionais que podemos assistir e tirar alguma coisa de bom:
Abril despedaçado – Walter Salles, 2001
O ano em que meus pais saíram de férias – Cao Hamburger, 2006
Baixio das bestas – Cláudio Assis, 2007
Bicho de sete cabeças – Laís Bodansky, 2001
Boleiros - Era uma vez o futebol... – Ugo Giorgetti, 1997
Bossa nova – Bruno Barreto, 2000
Carandiru – Hector Babenco, 2003
Carlota Joaquina, princesa do Brazil – Carla Camurati, 1995
Casa de areia – Andrucha Waddington, 2005
O casamento de Romeu e Julieta – Bruno Barreto, 2005
Cazuza - O tempo não pára – Sandra Werneck e Walter Carvalho, 2004
Central do Brasil – Walter Salles, 1998
O cheiro do ralo – Heitor Dhalia, 2007
Cidade de Deus – Fernando Meirelles, 2002
Como nascem os anjos – Murilo Salles, 1996
Copacabana – Carla Camurati, 2001
2 filhos de Francisco – Breno Silveira, 2005
Deus é brasileiro – Cacá Diegues, 2003
Diários de motocicleta – Walter Salles, 2004
Estomago - O filme – Marcos Jorge, 2007
Eu sei que vou te amar – Arnaldo Jabor, 1986
Eu, tu, eles – Andrucha Waddington, 2000
Feliz ano velho – Roberto Gervitz, 1987
Guerra de Canudos – Sérgio Rezende, 1997
O homem nu – Hugo Carvana, 1997
O homem que copiava – Jorge Furtado, 2002
Independência ou morte – Carlos Coimbra, 1972
Inspetor Faustão e o Mallandro – Mário Márcio Bandarra, 1991 (esse é clássico, tinha que por!!!) O invasor – Beto Brant, 2001
Lamarca – Sérgio Rezende, 1994
Lisbela e o prisioneiro – Guel Arraes, 2003
Menino maluquinho - O filme – Helvécio Ratton, 1994
Meu nome não é Johnny – Mauro Lima, 2008
Meu tio matou um cara – Jorge Furtado, 2004
Muito gelo e dois dedos d'água – Daniel Filho, 2006
Nina – Heitor Dhalia, 2004
Olga – Jayme Monjardim, 2004
Orfeu – Cacá Diegues, 1999
Oriundi – Ricardo Bravo, 1999
O pagador de promessas – Anselmo Duarte, 1962
Pixote - A lei do mais fraco – Hector Babenco, 1980
O quatrilho – Fábio Barreto, 1995
O que é isso, companheiro? – Bruno Barreto, 1997
Redentor – Cláudio Torres, 2005
Sábado – Ugo Giorgetti, 1995
Se eu fosse você – Daniel Filho, 2006
Os sete gatinhos – Neville De Almeida, 1980
Toda nudez será castigada – Arnaldo Jabor, 1973
Um trem para as estrelas – Cacá Diegues, 1987
Tropa de elite – José Padilha, 2007
Vai trabalhar, vagabundo – Hugo Carvana, 1973
Zuzu Angel – Sérgio Rezende, 2006
Vale lembrar que não estou considerando os clássicos dos trapalhões, pois são filmes que marcaram minha infância, mas não acrescentam nada culturalmente! E quanto as adaptações literárias... pegue o livro e leia!!!
Bruno Gonçalves
Estudante de Direito e arauto do caos